sábado, 25 de fevereiro de 2012

Relatório de Projeto

Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades
Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital
Programa Telecentros.BR

Monitor: Italo Carlos Soares do Nascimento
Tutora: Ellen Cristina Balland
Grupo 07

Projeto Comunitário INFORM’ARTE: Cidadania Cultural na Estação Digital


RESUMO

O Projeto Cidadania Cultural na Estação Digital tem como objetivo identificar de que forma a informatização contribui nos processos de inclusão digital, bem como verificar de que maneira pode agir na transformação social de crianças e adolescentes das comunidades da Parabólica, Baixa da Maré e centro da cidade de Areia Branca/RN. Neste sentido, a iniciativa de realizar o projeto teve origem na necessidade que a comunidade enfrenta acerca dos problemas sociais e a falta de mecanismos educacionais que favoreçam as crianças e adolescentes, uma vez que muitos deles ingressam no mundo da criminalidade por falta de apoio, incentivos financeiros e pela falta de oportunidades que a sociedade lhes proporciona; em que se percebeu que a informática aliada da arte e cultura é uma ferramenta capaz de gerar a cidadania, a partir da avaliação dos fatos que alteram o comportamento da comunidade e interfere o seu desenvolvimento. Desta forma, buscou-se evidenciar de que maneira o projeto seria visto e encarado pela comunidade, tendo como suposição provável que será visto como um dos principais agentes de transformação social, que através da inclusão digital promove a cidadania. Para tanto, foram utilizadas pesquisas de natureza bibliográfica (livros, revistas, artigos e internet) e pesquisa de campo através de questionário aplicado à comunidade, a cerca de quais benefícios a Estação Digital Areia Branca (EDAB) poderia trazer para comunidade, onde nota-se com clareza que as pessoas necessitam de projetos sociais desta natureza e o apoiam por trazerem soluções para os problemas ocorrentes com as crianças e adolescentes da região.


SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.......................................................................................................................
OBEJETIVOS.........................................................................................................................
JUSTIFICATIVA....................................................................................................................
REFERENCIAL TEÓRICO..................................................................................................
AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICs) NO PROCESSO DE INCLUSÃO DIGITAL .............................................................................................................
A utilização da internet à inclusão digital..............................................................................
A alternativa dos telecentros no processo de inclusão digital e produção cultural..............
Comunicação e cidadania cultural.........................................................................................
METODOLOGIA..................................................................................................................
RESULTADOS OBTIDOS....................................................................................................
CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................................
REFERÊNCIAS.....................................................................................................................


INTRODUÇÃO

Sabe-se que a cada dia surgem novas tecnologias digitais e que esta aliada da arte, através da música, dança e teatro são subsídios eficazes na construção da cidadania.
Nesta perspectiva, o Projeto Cidadania Cultural tem como finalidade inserir as crianças e adolescentes das comunidades da Parabólica, Baixa da Maré e adjacências no mundo digital, onde através da arte poderão se tornar adultos conscientes do que fazem e cidadãos atuantes na comunidade. Desta forma, abordaremos essa questão social com o intuito de contribuir na melhoria da comunidade e enfatizar que é possível haver a transformação social através da inclusão digital.
Vale ressaltar que o projeto irá utilizar softwares livres, por eles permitirem a utilização, compartilhamento e aperfeiçoamento de programas gratuitamente e livremente. Desta maneira contribuirá significativamente no projeto comunitário visto que os alunos terão a visão de que os mecanismos financeiros não são necessariamente os principais agentes e causadores de transformação. Assim, nota-se que os softwares livres apresentam um leque de informações e benefícios para a comunidade. Informações estas, que podem ser adquiridas através da utilização e compreensão destes programas que possuem uma grande diversidade de ferramentas tecnológicas e atualmente se fazem altamente necessários na vida de todos.
A pesquisa teve como questão problema verificar se a inclusão digital é vista como uma ferramenta que contribui para a construção de uma sociedade mais justa. Assim, partindo da necessidade de incentivos políticos públicos, o Projeto Cidadania Cultural conta com parcerias com a Secretaria de Educação do município de Areia Branca, através da Fundação Areia Branca de Cultura (FUNDAC) e da Gerência Executiva de Gestão Ambiental.

OBJETIVOS

Para que o projeto entre em execução foram levantados alguns objetivos, nos quais tendo como objetivo geral pode-se mencionar a utilização da arte e tecnologia para a prática cidadã das crianças e adolescentes através da informática, música, educação ambiental, dança e teatro. Desta forma, a produção cultural é o enfoque principal do projeto, uma vez que o objetivo geral é produzir a cidadania cultural.
Como objetivo específico destaca-se buscar a utilização tecnológica para o desenvolvimento artístico das crianças e adolescentes; identificar a influência da tecnologia no comportamento sociocultural das crianças e adolescentes; utilizar a informática como um mecanismo útil e capaz de gerar uma melhor qualidade de vida para as crianças e adolescentes; executar oficinas de arte (música, teatro, dança e desenho) durante o projeto; organizar uma apresentação cultural no encerramento do projeto envolvendo inclusão digital, contendo música, dança e outras atividades desenvolvidas durante o projeto; desenvolver dinâmicas de grupo; roda de lendas da comunidade com as crianças; depoimentos de mestres da comunidade; cinema no telecentro com filmes e documentários nacionais; Oficina de Educação Ambiental; dentre outras atividades.

JUSTIFICATIVA

Através da informática aplicada à arte, o projeto Cidadania Cultural na Estação Digital engloba questões socioculturais, através da inclusão sociodigital e resgate da cultura local. Nesta perspectiva, a educação é encarada como um processo de integração, capacitação e valorização do potencial artístico-cultural das crianças e adolescentes da comunidade apresentada, podendo contribuir com o seu desenvolvimento social.
O projeto tem como justificativa a grande carência encontrada em nossa comunidade acerca do uso apropriado das tecnologias digitais e à falta de oportunidades e mecanismos que promovam a cidadania cultural. Além disso, tem como finalidade retirar as crianças das ruas e envolvê-las em atividades educativas que promovam a cidadania, para que se tornem pessoas dignas e contribuam na construção de uma sociedade mais justa e igualitária para todos. Desta forma, a Estação Digital é o espaço pelo qual devem ser criados processos criativos que venham colaborar com a democratização e igualdade social, a fim de que a inclusão digital se transforme em inclusão social.
Assim, possibilitamos à comunidade através deste projeto, condições de superar os problemas enfrentados, nos quais as desigualdades sociais têm prejudicado o desenvolvimento das comunidades e, consequentemente de toda uma nação. Seja na educação e saúde, na política, no esporte, cultura e lazer, etc. Nesta visão, a inclusão digital é vista como solução para estes problemas, possibilitando a utilização de novas ferramentas que contribuam para o desenvolvimento social. Ferramentas estas, relacionadas às novas práticas pedagógicas, nas quais a cidadania cultural permite uma melhor inserção da comunidade no meio digital.
A proposta do Cidadania Cultural se justifica por mostrar a comunidade e ao poder público que a educação informatizada aliada da arte contribui com o desenvolvimento social das crianças e adolescentes; ajudam no combate, prevenção e resistência às drogas e principalmente, socializa a comunidade, tornando-a mais unida em prol do seu desenvolvimento e reivindicação de seus direitos.

REFERENCIAL TEÓRICO

A tecnologia social vem se consolidando nos últimos anos como uma ferramenta capaz de promover a transformação social das comunidades atendidas pelos programas sociais, chamados telecentros. Mas, de que forma as tecnologias sociais/digitais podem ser utilizadas em processos criativos, em ações de cidadania cultural? Será que a internet é um instrumento de democratização e de igualdade no meio informativo, como é bastante enfatizado? De que maneira a inclusão digital se abrange e torna-se inclusão social?
Segundo Dagnino et. al. (2004) “a tecnologia social se articula como uma alternativa eficaz para a solução dos problemas sociais”. Desta forma, pode-se afirmar que a tecnologia social é responsável pela transformação sociocultural das comunidades através da inclusão digital. A seguir, serão abordadas questões que evidenciam os fatos acima descritos e apontam a necessidade da sociedade acerca da inclusão digital.

AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICs) NO PROCESSO DE INCLUSÃO DIGITAL

Sabe-se que a sociedade atual sofre constantes mudanças e variações, transformação e renovação, na qual as tecnologias digitais são os processos que mais se modificam. Assim, as pessoas necessitam acompanhar estas mudanças para que possam se adaptar a elas.
De acordo com Oliveira e Nunes (2011 apud ORTIZ 1991) as inovações tecnológicas já haviam estabelecido rupturas com padrões de riquezas. Tivemos a modernização dos transportes, a eletricidade, o telefone, associados a primeira modernidade, uma cultura tipográfica, diacrônica e linear, fundamentada na escrita. Em seguida, uma segunda modernidade, a da era da cultura eletrônica, sincrônica e com múltiplas perspectivas, baseada num sistema técnico (automóvel, avião, eletricidade, telecomunicações). Finalmente, uma terceira modernidade, com a disseminação das tecnologias digitais da comunicação e da informação, caracterizada pela criação de sociedade em rede (CASTELLS, 2003) interconectividade generalizada (PARENTE, 2000), produção colaborativa de conhecimento, novas dimensões de tempo e espaço, possibilidades de interatividade.
Desta forma, pode-se notar que as mudanças ocorrentes no meio em que as pessoas vivem alteram não somente o meio físico, mas também os aspectos sociais, educacionais e profissionais, visto que as mudanças ocorrem de acordo com as necessidades de cada época. Por exemplo, há vinte anos as crianças pesquisavam em livros os trabalhos escolares. Hoje, elas navegam na internet, copiam e colam no editor de texto e imprimem. Do mesmo modo ocorrem com as brincadeiras de roda e cantigas que foram praticamente substituídas pelos jogos virtuais. Isso acaba prejudicando o desenvolvimento social e físico destas crianças, uma vez que se a internet não for utilizada de maneira correta acaba acarretando em más consquências. Nesta mesma linha, Oliveira e Nunes (2011 apud BOLAÑO 2011, p. 13-14) afirmam que:
“Os impactos das TICs atingem o mundo do trabalho, as formas de coordenação inter e intraempresarais e institucionais e os modos de consumo e de vida de milhões de pessoas por todo o globo, constituindo-se em fator de importância crucial para as grandes transformações pelas quais o mundo vem passando nessa virada do século.”
Assim, nesta perspectiva a inserção das TICs na sociedade contemporânea seria para alguns pesquisadores a origem da reestruturação da esfera pública.

A utilização da internet à inclusão digital
São notáveis os benefícios que o advento da internet trouxe às pessoas. Hoje, processos que seriam executados em dias, são realizados em minutos ou até mesmo segundos através da internet. Como exemplo, temos em comparar o envio de e-mails com o sistema de endereçamento de cartas dos correios. Além disso, na internet as pessoas podem se comunicar gratuitamente através de programas como o MSN e Skype com rapidez e eficiência, assim ganhando vantagens em relação ao telefone.
No entanto, Rousiley Maia (2002) adverte que:

“a Internet pode proporcionar um ambiente informativo rico (...) plataformas de diálogo (...) [contudo] o alto custo dessa tecnologia (e das ligações telefônicas) e o elevado índice de analfabetismo barram o acesso de muitos ao espaço cibernético (...) as barreiras digitais tendem a reforçar os eixos de exclusão socioeconômicos e culturais quando as instituições políticas decidem utilizar as novas tecnologias para implementar políticas públicas.” (OLIVEIRA e NUNES 2011 apud MAIA 2002, p. 51).
            Assim, pode-se notar que nem todas as pessoas têm acesso as novas tecnologias, ocasionando a exclusão digital, sendo este um problema ocorrente em quase todos os países, que no Brasil está sendo erradicado através de programas do Governo Federal, como o Telecentros.Br. Desta forma, cabe aos telecentros criarem políticas públicas que favoreçam toda a comunidade em que atuam para que o processo de inclusão digital se torne mais eficiente, transformando-se em inclusão social, uma vez que o uso correto da internet é uma ferramenta eficaz neste processo de transformação social.

A alternativa dos telecentros no processo de inclusão digital e produção cultural

Após fazer uma análise detalhada, percebeu-se que a inclusão digital não é o único ponto em que os telecentros são responsáveis de atuar, tal que as iniciativas de inclusão digital devem se tornar inclusão social, como apontado no tópico anterior. Mas, quais as alternativas que apontam numa perspectiva criativa, produtora de cultura nos telecentros?
Segundo Oliveira e Nunes (2011, p. 24) “uma alternativa estaria na gestão dos telecentros, equipamentos públicos de acesso à internet (e às tecnologias digitais), a partir de reflexões acumuladas a partir de práticas da comunicação comunitária.”
Desta forma, surge outro ponto a ser enfatizado: a comunicação comunitária, que na visão de Miani (2006) é considerado como o processo de produção de experiências comunicativas, portanto uma prática social, desenvolvido no âmbito de uma comunidade com vistas à conquista da cidadania, através de práticas participativas, e possibilitando aos indivíduos interagentes o resgate da sociabilidade de prática comunicativa e da cultura local.
Assim, estas práticas sociais possibilitam também o resgate da cultura local, uma vez que os valores perdidos e/ou esquecidos em dada comunidade podem ser resgatados através da arte e cultura aplicada aos telecentros. Porém, para que isto possa acontecer as pessoas devem desfazer a imagem dos telecentros apenas como um cybercafé ou lanhouse e transformá-los de fato num ambiente cultural que promove a transformação social. Nesta perspectiva, Oliveira e Nunes (2011 apud GOMES 2002, p. 7) definem o telecentro como “um lugar físico, de fácil acesso público, que oferece gratuitamente serviços de informática e telecomunicações, num contexto de desenvolvimento social, econômico, educacional e pessoal.” Desta maneira, podemos diferenciar os telecentros dos cybercafés a partir do argumento em que por mais que os primeiros gerem renda, esta é uma ferramenta de desenvolvimento local e de autosustentabilidade do projeto, enquanto nos cybercafés trata-se apenas de um empreendedorismo comercial.

Comunicação e cidadania cultural

            A partir dos argumentos apresentados e constante pesquisa, pode-se perceber quais as perspectivas de construção da cidadania, de produção de conhecimento e de uma comunicação comunitária que este projeto poderia desenvolver. Assim, de forma sucinta este projeto está centrado na interligação dos saberes da arte e informática, com vistas à produção cultural através de oficinas de educação ambiental, música, dança e teatro, dinâmicas de grupo, cinema no telecentro, roda de lendas e depoimentos de mestres da comunidade, palestras sobre a adolescência e antidroga, sorteio de brindes, apresentações culturais, dentre outras atividades que visem à coletividade e cooperação entre os participantes para que se possa produzir a Cidadania Cultural na Estação Digital.

METODOLOGIA

            Neste projeto estão envolvidas instituições do governo municipal, instituições filantrópicas e a Fundação Banco do Brasil, tendo como fundamental importância a participação das seguintes secretarias:
·         Ong Inclusão e Cidadania através da Estação Digital Areia Branca, com o coordenador geral do projeto Italo Carlos Soares do Nascimento e o coordenador desta Ong Carlos Alberto Bezerra Júnior – Coordenação e desenvolvimento de todo o projeto.
·         Fundação Areia Branca de Cultura – Fornecimento de espaço físico e monitores para realização de oficina cultural (dança).
·         Secretaria de Educação – Fornecimento de material para realização da oficina de cinema.
·         Gerência Executiva de Gestão Ambiental – Orientações sobre sustentabilidade e oficinas de educação ambiental, envolvendo artesanato e reciclagem.
·         Polícia Militar – Orientações sobre o combate às drogas.
·         Cia. Nossas Faces, através do diretor do grupo Carlos Costa – Desenvolvimento de Oficinas de Teatro.
            Trabalham diretamente no projeto CIDADANIA CULTURAL NA ESTAÇÃO DIGITIAL, o coordenador Italo Carlos, um monitor de oficina de dança da Fundação Areia Branca de Cultura, um monitor voluntário para a oficina de teatro, um facilitador da Gerência Executiva de Gestão Ambiental para a oficina de educação ambiental, um policial militar do PROERD para palestras de combate e resistência às drogas.
            O projeto funciona de segunda a sexta das 08:00h às 10:30h e das 13:30 às 17:30h, com oficinas de informática, dança, música, teatro, educação ambiental, etc.

Nome da atividade

Descrição da atividade

Nome do Responsável

Data


Oficina de dança

Aulas de dança para crianças e adolescentes realizadas na FUNDAC¹


Orientador: Gabriel

De 14/11/11 a 01/12/11, das 16:00h às 17:30h, durante uma vez na semana.


Oficina de teatro

Aulas de teatro para crianças e adolescentes realizadas na FUNDAC.

Orientador:
Carlos Costa
Co-orientador: Italo

De 14/11/11 a 13/01/12, das 09:30h às 11:00h, durante uma vez na semana.

Oficina de música

Aulas de música (teóricas e práticas) para crianças e adolescentes.

Orientador: Italo


Não foram realizadas por falta de material.



Oficina de informática

Aulas de informática básica (Linux, processador de texto, planilha eletrônica, navegação na internet) realizadas na EDAB²




Orientador: Italo

De 11/11/11 a 23/02/12, das 08:00 às 09:00, de 09:00 às 10:00 e de 14:00 às 15:00, durante três vezes na semana.
Cinema no telecentro
Exibição de filmes e documentários nacionais na EDAB.

Responsável: Italo
Foram realizados nos dias

Visita ao Museu Máximo Rebouças

Visita dos alunos da EDAB ao Museu Máximo Rebouças.

Responsáveis: Italo,
Carlos Alberto.

A Visita não foi realizada, pois o Museu está sendo reformado.

Roda de Lendas no telecentro.
Reunir as crianças participantes do projeto para contar as lendas da comunidade na EDAB.

Responsável: Italo

15/11/11 às 15h.

Depoimentos de Mestres da Comunidade
Reunir as crianças para ouvirem depoimentos da vida de pessoas que moram há anos na comunidade.

Responsável: Italo
Mestres (as): Paulo Cesár, Manoel Davi, Anedina.


22/11/11 às 15h.

Palestras

Palestras sobre a adolescência e resistência às drogas.
Palestrantes: Policial do PROERD³,
Professor de escola pública.

08/02/12 às 09h.

Oficina de Educação Ambiental
Orientações sobre sustentabilidade e aulas práticas de artesanato e reciclagem.
Responsável: Julimar França e funcionários da G. E. de Gestão Ambiental.
De 14/11/11 a 01/12/11, das 09:00h às 10:30h, uma vez na semana.

Participação no Projeto Verão Limpo 2012

Atividades ambientais nas praias do município, visando minimizar os impactos ambientais presentes neste período.

Responsável: Julimar França e equipe da Gerência Executiva de Gestão Ambiental.
Foram realizadas nos dias 16/01/12 e 03/02/12 nas Praias de Baixa Grande, Paraíso e São Cristóvão.


Passeios
Visita a Igreja Matriz, Cais Tertuliano Fernandes, Mercado Central e praças.

Responsável: Italo

Foram realizados nos dias 31/0/12 e 02/02/12
Oficina “Gestão de Telecentro, Software Livre e Manutenção Preventiva de Computadores”

Oficina realizada no Telecentro MARÉ, em São Cristóvão.

Orientador:
Carlos Alberto
Co-orientador: Italo


Pela manhã e tarde do dia 11/02/12.

Encerramento do Projeto

Cerimonial de Encerramento com entrega de certificados.


Responsáveis: Italo e Carlos Alberto


02/03/12 

¹FUNDAC: Fundação Areia Branca de Cultura.
²EDAB: Estação Digital Areia Branca.
³PROERD: Programa Educacional de Resistência às drogas.






RESULTADOS OBTIDOS


Com o desenvolvimento do projeto foram obtidos:
ü     Aumento da participação comunitária, bem como de usuários, no telecentro Estação Digital Areia Branca;
ü      Melhoria do rendimento escolar por parte dos participantes do projeto;
ü      Aumento das atividades socioculturais na Comunidade e das atividades extraescolares e de apoio escolar às crianças e adolescentes.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com o desenvolvimento do projeto comunitário INFORM’ARTE: Cidadania Cultural na Estação Digital nota-se que o objetivo geral do projeto foi alcançado, uma vez que quase todos objetivos específicos se concretizaram. Vale ressaltar que foram enfrentadas dificuldades no desenvolvimento de algumas atividades por falta de capital econômico, mas apesar disso o projeto apresentou um saldo significativo na melhoria da comunidade e na transformação social dos indivíduos participantes do projeto.

REFERÊNCIAS:

OLIVEIRA, Catarina Teresa Farias de; NUNES, Márcia Vidal. Cidadania e Cultura Digital: apropriações populares da internet/ Rio de Janeiro: E-papers, 2011.

DIAGNINO, Renato; BRANDÃO, Flávio Cruvinel; NOVAES, Henrique Tahan. Tecnologia social: Uma estratégia para o desenvolvimento/ Fundação Banco do Brasil - Rio de Janeiro: 2004.

CASTELLS, M. A. Sociedade em Rede. V. 1. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

MIANI, Rozinaldo Antonio. Comunicação Comunitária: Uma alternativa política ao monopólio midiático. In: I Encontro de União Latinoamericana de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura - Ulepicc - Brasil, Niterói, 2006. Anais do I Encontro da União Latinoamericana de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura - Ulepicc - Brasil, 2006.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Projeto comunitário foi reativado hoje

As festividades carnavalescas encerraram e as ações do projeto comunitário voltaram a ser realizadas hoje. Estamos na reta final, faltando apenas serem resolvidas algumas coisas para o encerramento.




domingo, 12 de fevereiro de 2012

Gestores e monitores do Telecentro MARÉ, em São Cristóvão, participam de oficina

Durante todo o dia de hoje, 11, em São Cristóvão, foi realizada uma oficina sobre “Gestão de Telecentro, Software Livre e Manutenção Preventiva de Computadores”. As atividades foram conduzidas pelos educadores sociais Carlos Júnior e Ítalo Soares, da Estação Digital Areia Branca.Telecentr.. Educador social Carlos Júnior (de óculos) com monitor e gestores do Telecentro MARÉ 
Socializar e democratizar os conhecimentos são finalidades para qual o programa Estação Digital da Fundação Banco do Brasil foi desenvolvido. Cumprindo essa prerrogativa, a oficina foi ministrada para os monitores e gestores do Telecentro de Pesca MARÉ, da Associação de Desenvolvimento Econômico e Social (ADESC), de São Cristóvão, vila-praia localizada na zona litorânea deste município. Ao todo, seis pessoas entre monitores e gestores participaram da capacitação.
O educador social e bolsista do Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades “Telecentros.BR”, Ítalo Soares, fez apresentação das atividades desenvolvidas na Estação Digital Areia Branca e explanou sobre sua experiência junto ao Programa Telecentros.BR, que compreende atividades de formação a distância e desenvolvimento de Projeto Comunitário.
Para a nova monitora do Telecentro MARÉ, Jamily Calheiro, estudante, 18 anos, o encontro serviu para esclarecer diversos pontos ligados ao programa e a formação que a mesma participará, principalmente para as ações que ela e os outros monitores desenvolverão junto à comunidade.Formação ..Educador social Ítalo Carlos repassa inforrmações aos novos monitores 
O monitor Yure Lins que também participou da oficina, dedicou-se na parte de instalação de softwares livres e na manutenção preventiva dos equipamentos de informática, ministrada pelo educador social Carlos Júnior. “Iniciei curso técnico em manutenção de micro, mas por vários fatores não pude concluir e este treinamento serviu para que eu pudesse adquirir mais conhecimentos que servirão para minhas atividades junto ao telecentro, já que fui selecionado para ser bolsista”, frisou.Formação .. (1)Monitores e gestores participaram de oficina com foco na manutenção preventiva de equipamentos de informática
A formação foi proposta pelos gestores do telecentro, Cristiano Barbosa e Manoel Davi em virtude da chegada de mais dois monitores ao programa de inclusão digital de iniciativa do Ministério da Pesca, apoiado pela Prefeitura de Areia Branca, por meio da Secretaria Municipal de Educação. (Com informações e fotos de Carlos Júnior, do sitewww.VozdeAreiaBranca.com).

Artigo disponível no blog http://costabrancanews.blogspot.com/

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Momentos de lazer e diversão da estação digital








Projeto Verão Limpo na Praia de São Cristóvão


Desde meados de janeiro que a Prefeitura de Areia Branca, por meio da Gerência Executiva de Gestão Ambiental, vem realizando uma série de atividades ambientais nas praias do município, visando minimizar os impactos ambientais presentes neste período.
Desta feita as atividades do Projeto Verão Limpo 2012 chegaram à praia de São Cristóvão.
Na última sexta feira, 3, os técnicos da gerência e adolescentes integrantes do Grupo Desbravadores e da Estação Digital Areia Branca afixaram cartazes nos estabelecimentos comerciais da orla, colocaram tonéis em pontos estratégicos e realizaram um grande mutirão de limpeza da praia.
Os moradores da comunidade, principalmente os proprietários de bares e restaurantes localizados na praia, ficaram bastante satisfeitos, visto que é o primeiro ano que a praia recebe as atividades desse relevante projeto.

Com informações do costabrancanews.blogspot.com

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